quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Museu da Vida, Fiocruz


Boa noite pessoas. Foto do Museu da Vida, na Fiocruz que eu comentei na postagem anterior. Recomendadíssimo por mim!

Eu já quero começar a postagem falando de ontem, do completo absurdo repetido que aconteceu com o sistema ferroviário do Rio de Janeiro. Um colapso, uma VERGONHA. A Supervia e todas as autoridades envolvidas não se cansam de indignar trabalhadores/passageiros/pagantes/cariocas. Se supera em seus erros grotescos. Revolta já nem define mais. Indignação é o que chega mais perto.

Depois eu quero falar de uma coisa que eu já podia ter falado antes.. Mas como eu só tenho postado com pressa ou preguiça, demorei.
Rolezinho. Eu identifico a ideia do movimento como a luta pelo exercício do DIREITO de ir e vir. É correto, é legítimo, é necessário e eu concordo/apoio. Diante do movimento e de como ele tem sido noticiado tem uma vasta massa de pessoas de todas as camadas sociais a exercer todo o seu preconceito. Digo massa porque é isso que são. Com todo 'respeito da ofensa', penso que pessoas que não conseguem entender quão segregada é a nossa cidade, quão os shopping são espaços de circulação de brancos e do racismo, quão legitimo é o direito de um preto e pobre lutar por querer usufruir de sua liberdade, não pensam! As pessoas que não conseguem enxergar e entender isso não pensam, não percebem, não questionam.
Tô falando da galera que pensa como a pessoas que escreveu isso aqui oh:
Chega me embrulhar o estômago tamanhos absurdos ditos aí. Cheguei a achar que fosse ironia, daquelas bem pesadas, de péssimo gosto..
É triste demais. Horrível demais. E o pior, apoiado e absorvido demais.
É claro que existe infiltrados, violentos.. Assim como em outros movimentos. Mas isso não torna o ideal deslegitimo. 
Como sugestão de boa leitura sobre o assunto, deixo com vocês esses dois links:


Acho que esse assunto tem muito a ver com uma coisa que eu postei esses dias no facebook. Coloquei como capa do meu perfil a frase ‘Rala sua mandada’ um dos bordões lançados no sucesso da funkeira, DIVA, Valeska Popozuda, Beijinho no ombro. E logo depois (e ate mesmo antes) comecei a perceber  um grande número de criticas a ela, que já virou ate tese de mestrado com seus funks cheios de feminismo e complexidades diversas.
Não aguento com os pseudo intelectuais. Todos muito críticos, com gostos sofisticados..
Tá incomodado com o funk, com o grande sucesso, com o estilo? É simples, não ouve.
Qual o critério pra música ser boa ou ruim? São critérios racistas e elitistas.
NO BRASIL A MÚSICA VALE A CLASSE SOCIAL DE QUEM CANTA.
Ou vai me dizer que 'a gente se bebe, a gente se come' é sutil e poético?.. 'Joga pedra na Geni! Ela é feita pra apanhar! Ela é boa de cuspir! Ela dá pra qualquer um! Maldita Geni!' (Chico Buarque) é lindo?..
É tudo música. Tem gosto pra tudo.
E gosto é igual.. é pessoal.
Agora a liberdade de expressão, a liberdade de circulação.. Ah isso é, ou deveria ser, de TODOS. E enquanto não for, que haja luta!

Agora eu vou falar de mim.
- Quarta: Acordei cedo, dei uma moral aqui em casa, depois faculdade, confraternização com o pessoal jazz. Foi legal, pena que não tiramos foto.
Jantar no bandejão e depois reencontrei o pessoal de danças populares. Rolou mais uma apresentação, dessa vez no evento em homenagem a Graciliano Ramos, organizado pela PET da Faculdade de Serviço Social da UERJ. Foi muito legal, mas o calor nos atrapalhou demais. Esse verão tá rigorosíssimo gente. Tá complicado hein. Minha pressão arterial despenca.
“/
Depois vim pra casa exausta. Pra melhor tudo aqui no meu bairro agora a luz esqueceu que já passou o natal, e resolveu brincar de pisca pista. Uma chatice.
Mas tem uma coisa muito boa que aconteceu hoje. Para minha grande alegria, aliás para alegria de todos. Hoje a família ficou um pouquinho maior. Nasceu João Gabriel, filho do meu primo João Vitor.
:D
Seja bem vindo Gabrieeeel! s2

- Quinta: acordar tarde, ajudar minha vó nas coisas de casa, um calor louco de 43º as 13h. Quando bate 14h, começa a chover pedra de gelo. LOUCURA! Fim dos tempos, sério.
Faculdade, jantar no bandejão, cochilo no C.A e depois ensaio na quadra da Mangueira. Gente é sempre TÃO emocionante. Quando a bateria entra enquanto nós cantamos o samba sempre me arrepio. Sempre meus olhos enchem d’agua. Só vendo, vivendo, sentindo a legria das pessoas que inunda a quadra pra entender.. *-*
Já sinto o cheiro do carnaval.
:D
Casa e já já cama.

Boa noite.
Bj* e um sorriso

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